
Os vestígios arqueológicos, como a descoberta de grainhas de uvas nas ruínas romanas de São Cucufate por exemplo, comprovam a tradição histórica da cultura da vinha na região do Alentejo. Essa cultura sofreu várias vicissitudes, ora se implementava ora se retraíam as áreas cultivadas, chegando-se ao século XIX com vinha disseminada por quase toda a região.
Porém, foi neste mesmo século que a vinha sofreu por toda a Europa profundas provações com doenças como o Oídio, Filoxera e Míldio. Doenças que levaram ao descrédito na produção de vinho por parte de alguns produtores que começaram a conciliar a vinha com as oliveiras.
Em pleno século XX, a definição do Alentejo como região cerealífera, que culminou na "Campanha do Trigo", veio também contribuir para a diminuição da plantação de vinha e consequentemente para a diminuição de produção de vinho nesta região.
Contudo a criação das Adegas Cooperativas, na década de 50, em Borba, Redondo, Portalegre e, mais tarde, Vidigueira, Granja e Reguengos de Monsaraz foi um dos passos importantes para o rejuvenescimento da viticultura alentejana. Com as Adegas Cooperativas os vinhos alentejanos passaram a ser mais cuidados e conhecidos, sendo frequente figurarem nos primeiros lugares dos concursos nacionais de vinho.
Por acção e dinamismo da ATEVA (Associação Técnica dos Viticultores do Alentejo) e posteriormente da CVRA (Comissão Vitivinícola Regional Alentejana), ambas criadas nos anos 80, foram instituídas as primeiras regiões produtoras de VQPRD (Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada).
Porém, foi neste mesmo século que a vinha sofreu por toda a Europa profundas provações com doenças como o Oídio, Filoxera e Míldio. Doenças que levaram ao descrédito na produção de vinho por parte de alguns produtores que começaram a conciliar a vinha com as oliveiras.
Em pleno século XX, a definição do Alentejo como região cerealífera, que culminou na "Campanha do Trigo", veio também contribuir para a diminuição da plantação de vinha e consequentemente para a diminuição de produção de vinho nesta região.
Contudo a criação das Adegas Cooperativas, na década de 50, em Borba, Redondo, Portalegre e, mais tarde, Vidigueira, Granja e Reguengos de Monsaraz foi um dos passos importantes para o rejuvenescimento da viticultura alentejana. Com as Adegas Cooperativas os vinhos alentejanos passaram a ser mais cuidados e conhecidos, sendo frequente figurarem nos primeiros lugares dos concursos nacionais de vinho.
Por acção e dinamismo da ATEVA (Associação Técnica dos Viticultores do Alentejo) e posteriormente da CVRA (Comissão Vitivinícola Regional Alentejana), ambas criadas nos anos 80, foram instituídas as primeiras regiões produtoras de VQPRD (Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada).
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